Simples. Imperfeita. Crua.
E não, a gente não sente vergonha dela.
A gente sente orgulho (e um pouco de nostalgia na verdade).
Porque foi ali que tudo começou.
Antes dos projetos grandes, antes das histórias mais complexas, antes de saber exatamente o que estava fazendo…








…e a história da Abajour começa antes mesmo de ter nome. De um lado, a curiosidade do Marco Nobre que veio da Itália entendendo o lado que existe por trás das câmeras. Do outro, a vivência do Allan Ceola que se formou em Rádio e TV e já produzia programas para TV no Brasil. Sendo primos, juntaram-se rapidamente nessa empreitada.
No início, sem mapa e sem manual, aprendendo na prática, errando, acertando e se jogando de cabeça no universo audiovisual. Vieram encontros, experiências e histórias que ensinaram que, antes de gravar, é preciso ouvir. Antes de editar, sentir. E antes de iluminar, testar.
A Abajour não nasceu pronta.
Ainda bem.
Ela foi se construindo com tempo, olhar e intenção.
Hoje, a Abajour é feita por uma equipe extraordinária, capaz de produzir qualquer tipo de filme.
Porque no audiovisual, nada se faz sozinho. E é nesse encontro de pessoas, ideias e histórias que a Abajour existe.
Um brinde!







