
Uma travessia por sete montanhas brasileiras, percorrendo diferentes regiões, biomas e paisagens humanas do país. O projeto propõe a criação da primeira plataforma cultural e audiovisual de valorização do patrimônio natural brasileiro, estruturada a partir de uma série documental.
Não como conquista, mas como percurso.
Mais do que chegar ao topo, trata-se de compreender o caminho.
Cada cume brasileiro representa uma região, um contexto. Juntos, eles formam um retrato do Brasil visto de cima, não como conquista, mas como percurso.
Assim como os Sete Cumes continentais ajudam a contar uma história sobre o mundo, os Sete Cumes brasileiros ajudam a contar uma história sobre nós. Sobre como habitamos o espaço, como nos deslocamos, como lidamos com o limite e como atribuímos sentido à paisagem.
Patrimônio natural brasileiro
A série utiliza as montanhas como ferramenta narrativa para investigar patrimônio cultural, diversidade territorial, saberes tradicionais, memória, sustentabilidade e identidade brasileira.
Valorização de culturas locais
Preservação da memória territorial
Estímulo ao turismo sustentável
Formação de público e capacitação
Plataforma digital permanente
Dezenas de comunidades retratadas

O Brasil deixa de ser cenário secundário e passa a ser protagonista de uma rota inédita de turismo de experiência em altitude.O Impossível é Logo Ali · Arco narrativo
A travessia pelo país a partir de suas montanhas mais representativas diferencia-se de projetos focados em recordes ou performance extrema. O projeto parte da ideia de que o Brasil pode ser percorrido pelo alto como experiência cultural, turística e até espiritual.
Cada montanha é apresentada como resultado de processos geológicos profundos, da formação do continente e da relação ancestral entre homem e paisagem.
Os picos são contextualizados a partir de mitologias indígenas, histórias locais, usos tradicionais e significados espirituais atribuídos pelas comunidades.
Cada alpinista traz sua bagagem internacional para o território brasileiro, deslocando o olhar da conquista para a presença, da façanha para o sentido.
No imaginário coletivo, associa-se grandes experiências de montanhismo quase exclusivamente ao exterior. Este projeto inverte essa lógica. Ao mapear sete picos brasileiros acessíveis, o projeto fomenta:
Não existe no audiovisual brasileiro uma obra que reúna tudo o que este projeto propõe.
Estruture uma rota nacional de montanhas com potencial turístico
Combine arquivos de grandes feitos internacionais com experiências brasileiras
Pense o montanhismo como linguagem cultural, além de esportiva
Gere desdobramentos práticos de uso pelo público — passaporte digital, app, guias, palestras, oficinas, formação e capacitação
O projeto se posiciona como obra-matriz, capaz de gerar continuidade, produtos derivados e política cultural de longo prazo.
Não estamos inventando a roda. Estamos tropicalizando modelos que já funcionam muito bem mundo afora.
Trilhas como produto turístico, uso inteligente de apps, mapas, centros de visitantes, experiência desenhada para o estrangeiro.
O país vive de expedições guiadas, trilhas estruturadas, vilas-base e hospedagens.
Turismo de montanha como experiência premium, trens panorâmicos, refúgios impecáveis, sinalização perfeita, forte integração com marcas, hotelaria e gastronomia.
Torres del Paine virou marca-país. Trilhas bem cuidadas, permissões claras, forte presença de operadores oficiais, conteúdos audiovisuais sempre acompanhando o destino.
Faturamento estimado anual de turismo de montanha. Esses números não incluem turismo geral; são estimativas com base no papel das montanhas nas economias turísticas nacionais.
O Brasil possui montanhas belíssimas, diversidade cultural e simbólica única, clima favorável o ano inteiro, custo mais baixo que Europa e EUA. São mais de 30 montanhas acima de 2.000 metros e centenas até 1.000 metros, todas cenográficas. Porém, não possui curadoria nacional, narrativa unificada, operador oficial, padrão mínimo de experiência. Hoje o montanhismo brasileiro é pulverizado, pouco profissionalizado, pouco acessível ao estrangeiro e mal comunicado. E é exatamente aí que o projeto entra.
O Brasil tem o cenário. O que falta é curadoria, narrativa e padrão de experiência. É exatamente aí que o projeto entra.
Hoje o montanhismo brasileiro é pulverizado, pouco profissionalizado, pouco acessível ao estrangeiro e mal comunicado. E é exatamente aí que o projeto entra.
Os "Sete Cumes" brasileiros são representados por montanhas localizadas nas 5 grandes regiões do Brasil, mostram 4 biomas distintos, possuem trilhas cinematográficas, forte apelo turístico e não são elitistas tecnicamente — em territórios diretamente relacionados às áreas de atuação da Energisa.







Cada episódio (26–30 min) cruza um alpinista, uma montanha e duas camadas: a trajetória humana e o território — geologia, cultura e comunidades.
Disciplina, preparo e a dimensão humana de quem escolhe escalar como prática de vida, a partir de acervos pessoais, registros de expedições e depoimentos.
A ascensão a um dos picos mais emblemáticos do país, explorado desde o período imperial. Memória, acessibilidade e formação — a montanha como espaço de iniciação e pertencimento.
Formação técnica e rigor no planejamento. Arquivos de expedições internacionais revelam precisão, estudo de via e respeito ao risco como ética.
Antes do parque, território dos povos indígenas Puris. O maciço granítico, referência geográfica e espiritual da Mantiqueira, hoje abriga fauna endêmica e turismo ecológico.
Primeira mulher negra brasileira a alcançar o Everest. Resistência física, preparo técnico e disciplina, reconhecendo o impacto simbólico de sua presença no montanhismo.
Quarto ponto mais alto do Brasil (2.798 m), um dos trechos mais exigentes da Mantiqueira: cristas expostas, campos de altitude e comunidades do sul de Minas e interior paulista.
Perfil organizador e estratégico. Atenção à logística e ao planejamento detalhado, com análise de rotas, condições de solo e leitura meteorológica da Serra Geral.
Cânions e formações basálticas da atividade vulcânica que moldou o sul do Brasil. Forte potencial turístico no circuito dos cânions e da Serra do Rio do Rastro.
Lembrado por meio de Hércules Florence. Façanhas como escalar o Everest sem oxigênio suplementar — ética, autonomia e preparação rigorosa, sem sensacionalismo.
No Parque Nacional da Chapada dos Guimarães, formação arenítica avermelhada típica do Cerrado. Território dos povos Bororo e Xavante, berço das águas brasileiras.
Um dos brasileiros mais experientes em grandes altitudes e praticante de voo de altitude. Registros investigados por Hércules Florence ressaltam seu espírito explorador.
Um dos picos mais acessíveis e com maior potencial turístico internacional. Formação quartzítica, cavernas e lendas locais que misturam o ciclo do diamante e comunidades quilombolas.
Conduz a preparação para o cume mais simbólico da série. Logística de fronteira, autorização ambiental e estudo de aclimatação para a equipe.
Tepui de formação pré-cambriana com cerca de dois bilhões de anos, compartilhado entre Brasil, Venezuela e Guiana. Central na cosmovisão dos povos Macuxi. Encerra a série como síntese geográfica e cultural.
O projeto se posiciona como obra-matriz, capaz de gerar continuidade, produtos derivados e política cultural de longo prazo.
Produtos concretos que prolongam a vida do projeto e transformam a série em plataforma de longo prazo.
O projeto não termina na tela: forma plateia, capacita talentos e cria uma plataforma permanente de acesso à cultura de montanha.
Uma estratégia que combina circuito de festivais, palestras corporativas e parcerias institucionais para amplificar o alcance da obra.
Inscrição do documentário em festivais diversos, como o Festival de Gramado, a Mostra de Tiradentes e festivais internacionais.
Palestras em empresas, escolas e rodas de conversa promovendo discussões de desenvolvimento humano.
Colaboração com centros de apoio psicológico, promovendo exibições e debates públicos sobre o documentário.
Quatro frentes de ativação que transformam o patrocínio em vivência real para clientes, colaboradores e para a própria marca.
Experiência real com clientes e colaboradores: trilha guiada com alpinistas, imersão prática, conteúdo + vivência e cobertura audiovisual. Conteúdo proprietário para redes sociais.
Programa exclusivo de subida cooperativa com a marca: palestras com alpinistas, talks sobre decisão, risco e foco, experiências imersivas e sessões exclusivas. Transforma conteúdo em cultura organizacional.
Captação exclusiva ao longo da produção: mini docs paralelos, bastidores, entrevistas exclusivas, série curta para redes, situações usando serviços da Energisa e Pílulas Energisa (cortes verticais).
Sorteio de ingressos para pré-estreias, sessões exclusivas por cidade, encontros com protagonistas e kits especiais Energisa. Transforma cliente em participante.
OBS: conteúdo independente captado à parte não poderá estar dentro da narrativa da série, de acordo com normativo da ANCINE.
Captação via Lei do Audiovisual (Art. 1º-A, Lei 8.685/93). Patrocínio com incentivo fiscal e governança garantida.
Cada cota ativa um conjunto de benefícios no projeto. Os números abaixo remetem às contrapartidas listadas na próxima seção (1 a 8).
Ativa as contrapartidas 1, 6 e 8 do projeto.
Ativa as contrapartidas 1, 4, 5, 6 e 8 do projeto.
Ativa as contrapartidas 1, 2, 4, 5, 6, 7 e 8 — o conjunto completo do projeto.
Visibilidade de marca, experiências exclusivas para colaboradores e clientes, e um legado de ESG e impacto social.
Logo no início de cada episódio e citação da marca em trailers, teasers, relatórios, apresentações e conteúdo digital.
Banner e destaque em eventos e apresentações para RHs, fóruns empresariais, festivais e instituições. Menção como patrocinador oficial em entrevistas.
Evento premium com clientes e colaboradores: trilha guiada com alpinistas, imersão prática e cobertura audiovisual proprietária para redes.
Programa exclusivo para funcionários: subida cooperativa, palestras sobre decisão, risco e foco, transformando conteúdo em cultura organizacional.
Palestras sobre liderança e gestão de riscos, exibição exclusiva dos episódios, webinars e Q&A com os alpinistas para programas de desenvolvimento humano.
Circuito Cultural Energisa, exibições gratuitas em municípios atendidos, sessões em escolas públicas e material pedagógico de educação ambiental.
Conteúdo em Libras, audiodescrição e legendagem descritiva — alcance ampliado e compromisso com a inclusão.
Destaque no site oficial e redes do projeto, inclusão da marca em releases para a imprensa e acesso prioritário a conteúdos exclusivos.
Nomes de referência do montanhismo nacional sugeridos para a série. Os alpinistas in memoriam são homenageados por meio do produtor e personagem Hércules Florence.
Médica cirurgiã e alpinista brasileira que completou os Sete Cumes, incluindo o Everest. Referência em estratégia psicológica e física em altitude elevada, combinando experiência médica com técnicas de aclimatação e tomada de decisão sob risco.
Alpinista brasileiro com destaque internacional, conhecido por completar os Sete Cumes e por sua atuação como guia e formador de grupos em montanhismo técnico.
Alpinista brasileira reconhecida por sua presença em grandes altitudes e pela forma cuidadosa e atenta com que encara a escalada. Sua trajetória se destaca pela relação sensível com o corpo, o medo e a técnica, oferecendo uma perspectiva profunda sobre risco e presença.
Empresário e alpinista com sólida experiência em planejamento estratégico, logística e liderança de expedições. Sua atuação integra capacidade de organização técnica com execução prática em terreno montanhoso e em equipe.
Montanhista brasileiro reconhecido principalmente pela escalada técnica em alta montanha e pela participação em expedições desafiadoras fora do país. Especialista em escalada em gelo e mista, com forte atuação nos Andes e em montanhas de maior complexidade técnica.
Alpinista brasileiro renomado por ser o primeiro brasileiro a atingir o cume do Everest sem oxigênio suplementar. Também atuante em corridas de aventura e esportes extremos. Sua memória é tratada por meio de Hércules Florence.
Um dos mais experientes alpinistas brasileiros, conhecido por liderar expedições aos Sete Cumes. Faleceu em um acidente de paraglider sobre o Himalaia. Sua memória é tratada por meio de Hércules Florence.
Produtor e personagem central do projeto, com formação e atuação em liderança, planejamento e conexão narrativa com a história da fotografia. Tataraneto de Hercule Florence, inventor e pioneiro de processos fotográficos em Campinas e no mundo, participa de todos os episódios e representará a memória dos alpinistas Rodrigo e Vitor.
Sócios e produtores da Abajour Filmes, ficarão responsáveis pela direção e direção de fotografia do projeto "O Impossível é Logo Ali".
Uma produtora ativa no crescimento do audiovisual brasileiro, que ancora seus projetos com os melhores talentos e parceiros do entretenimento. Em 2014, os primos Marco Nobre e Allan Ceola fundaram a Abajour Filmes, e de lá pra cá foram inúmeros filmes publicitários, institucionais, ações e muitas animações.
São também co-produtores do programa "Na Estrada Com Quem Faz", exibido no Globo Rural por 4 anos, do Inteligência Financeira exibido no Jornal das 10 na Globo News, e do documentário de Anderson Silva exibido no Globoplay. Sua capacidade e empenho em todas as etapas de produção a garantiu fixar-se no mercado há mais de 13 anos, tornando-se um player relevante no cenário.
Da pré-produção ao topo
Uma oportunidade de associar a Energisa a um projeto cultural de longo prazo, aprovado pela ANCINE, que percorre o Brasil pelo alto. Vamos conversar sobre a cota ideal.